“Slowly, slowly, slowly,” said the sloth by Eric Carle – Devagar, devagar, bem devagar. Tradução Gilda de Aquino

“Slowly, slowly, slowly,” said the sloth by Eric Carle

Slowly, slowly, slowly, a sloth crawled along a branch of a tree.

Slowly, slowly, slowly, the sloth ate a leaf.

Slowly, slowly, slowly, the sloth fell asleep.

Slowly, slowly, slowly, the sloth woke up.

All day long the sloth hung upside down in the tree.

All night long the sloth hung upside down in the tree.

Even when it rained the sloth hung upside down in the tree.

“Why are you so slow?” the howler monkey asked one day. But the sloth didn’t answer.

“Why are you so quiet?” the caiman asked. But the sloth didn’t answer.

“Why are you so boring?” the anteater asked. But the sloth didn’t answer.

“Tell me,” said the jaguar, “why are you so lazy?” The sloth thought and thought and thought for a long, long, long time.

Finally, the sloth replied, “It is true that I am slow, quiet and boring. I am lackadaisical, I dawdle and I dillydally. I am also unflappable, languid, stoic, impassive, sluggish, lethargic, placid, calm, mellow, laid-back and, well, slothful! I am relaxed and tranquil, and I like to live in peace. But I am not lazy.” Then the sloth yawned and said, “That’s just how I am. I like to do things slowly, slowly, slowly.”

Devagar, devagar, bem devagar. Tradução Gilda de Aquino

Devagar, devagar, bem devagar, uma preguiça moveu-se no galho de uma árvore.

Devagar, devagar, bem devagar, a preguiça comeu uma folha.

Devagar, devagar, bem devagar, a preguiça adormeceu.

Devagar, devagar, bem devagar, a preguiça acordou.

Durante todo o dia, a preguiça ficou pendurada na árvore de cabeça para baixo.

Durante toda a noite, a preguiça ficou pendurada na árvore de cabeça para baixo.

Mesmo quando choveu, a preguiça ficou pendurada na árvore de cabeca para baixo.

-Por que você é tão lenta? – perguntou, um dia, o macaco. Mas a preguiça não respondeu.

-Por que você é tão calada? – perguntou o jacaré. Mas a preguiça não respondeu.

– Por que você é tão chata? – perguntou o tamanduá. Mas a preguiça não respondeu.

– Diga-me – falou o jaguar -, por que você é tão preguiçosa?

A preguiça pensou e pensou e pensou durante muito, muito, muito tempo.

Finalmente, a preguiça respondeu: é verdade que sou lenta, calada e chata. Sou molenga, indolente e lânguida. Mas também sou calma, plácida, serena, quieta, meiga, branda, apática, doce, inerte, suave e….vagarosa. Sou sossegada e tranquila, e adoro viver em paz. Mas não sou preguiçosa. Então, a preguiça bocejou e emendou: – É assim que eu sou. Gosto de fazer tudo devagar, devagar, bem devagar.

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